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Início COVID-19 Testes da vacina chinesa em São Paulo devem terminar hoje

Testes da vacina chinesa em São Paulo devem terminar hoje

O governo de São Paulo anunciou ontem (15) que a pesquisa da vacina CoronaVac deve ser concluída hoje. A Anvisa iniciou os testes no dia 1º de outubro, e os resultados devem ser disponibilizados na próxima segunda-feira.

A CoronaVac tem sido desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Os resultados ainda precisarão ser avaliados pelos profissionais da saúde antes da vacina ser considerada segura, para que seja distribuída em massa.

O cronograma do estado de São Paulo indica que a imunização terá início no dia 15 de dezembro, mas não é certo se a vacina será distribuída pelo SUS. O tratamento será feito em duas doses, aplicadas em um prazo de 14 dias. Segundo informações do Canal Tech, os primeiros a serem vacinados serão os profissionais da saúde, seguidos por educadores e portadores de doenças crônicas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou diversos testes, incluindo mais de 11 mil pessoas pelo mundo, concluindo que a hidroxicloroquina e o antiviral remdesivir não possuem eficácia contra o COVID-19. A hidroxicloroquina foi utilizada pelo presidente do Brasil como uma solução contra a pandemia, enquanto o presidente estadunidense utilizava o remdesivir com o mesmo intuito.

Nos teste laboratoriais, os medicamentos apresentaram pouco ou nenhum efeito na recuperação de pacientes infectados. Também não foram registradas quaisquer alterações no tempo de internação das pessoas contaminadas, após consumirem os fármacos. Segundo a coluna de Jamil Chade, a pesquisa incluiu mais de 30 países, 405 hospitais e pelo menos seis meses de estudos.

Apesar do prospecto positivo, um novo estudo tem preocupado os especialistas. Um outro tipo de coronavírus, o SADS-CoV, tem causado diarreia e vômitos em porcos, e possui potencial de infectar humanos. Ao contrário do SARS-CoV-2, o SADS-CoV é capaz de se reproduzir no fígado e intestino humanos.

Esta variável do vírus foi descoberta em 2016, e embora não possua o mesmo potencial de letalidade do outro patógeno, pode levar à morte por desidratação e desnutrição. Contudo, o antiviral remdesivir, usado no tratamento de ebola, tem mostrado resultados positivos no seu combate.

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