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Início COVID-19 Pesquisa brasileira desenvolve soro contra a COVID-19

Pesquisa brasileira desenvolve soro contra a COVID-19

Imagem: Freepik.

Uma pesquisa desenvolvida por diversas instituições científicas brasileiras, que foi iniciada em maio, tem apresentado resultados positivos no combate ao SARS-CoV-2. O tratamento está sendo desenvolvido com anticorpos de cavalos. Os resultados foram apresentados ontem (13), em um simpósio da Academia Nacional de Medicina.

Nos animais testados, foi injetada uma proteína que contém o vírus, e seus organismos apresentaram respostas de 20 a 100 vezes mais eficazes que pessoas com a doença, em 70 dias.

De acordo com a publicação da Agência Brasil, compõe a pesquisa a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Instituto Vital Brasil (IVB), o Instituto Alberto Luiz Coimbra, da UFRJ, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Os testes clínicos serão iniciados com pacientes internados, mas que não se encontram em UTIs. O soro deve funcionar como um tratamento para paciente que já foram contaminados, de forma complementar à vacina.

Vacina Russa é liberada com controvérsias

O presidente russo, Vladmir Putin, anunciou que foram aprovadas as vacinas desenvolvidas em seu país, na última terça-feira (11). Segundo a matéria do Jornal Nacional, o estadista disse ter familiaridade com o tratamento, e que uma de suas filhas foi inoculada.

Em seu pronunciamento, Putin disse que a filha teve uma febre de 38°C após a primeira aplicação, e outro aumento de temperatura após a segunda dose, mas não apresentou mais sintomas e se sente bem.

O desenvolvimento foi feito pelo ministério da Defesa da Rússia e pelo centro de pesquisas Nikolai Gamaleya. Segundo publicação da Exame, o CEO do Fundo de Investimento Direto da Rússia (RDIF), Kirill Dmitriev, disse que a pesquisa foi iniciada seis anos atrás, e trabalhos anteriores contra o ebola e a síndrome respiratória do Oriente Médio auxiliaram seu processo.

Vários órgãos da comunidade internacional questionaram a eficácia do tratamento, que carece de publicações científicas. Além disso, o país não esperou o tempo necessário para a conclusão da fase final dos testes, e alterou os dados que mostravam isso na base internacional, conforme publicação da Folha de S. Paulo.

O antivírus foi apelidado de Sputnik V, em alusão ao satélite Sputnik, colocado em órbita em 1957, pela então União Soviética. Bem como a vacina, o lançamento surpreendeu o ocidente, que assim como no contexto da corrida espacial, seria o pioneiro no feito.

Os estados do Nordeste iniciaram, hoje (14), negociações com a Rússia para a aquisição do agente imunizante. De acordo com o G1, a compra ainda está em processo preliminar. Dois dias antes, o estado do Paraná assinou um acordo para produzir o Sputnik V em parceria com a nação estrangeira.

Veja os números regionais da COVID-19:

Dados lançados pelas prefeituras até as 17:42 do dia 14 de agosto de 2020.
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