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Lagoa Dourada
Início COVID-19 Estudo da UFSJ aponta estabilidade do COVID-19 em Lagoa Dourada

Estudo da UFSJ aponta estabilidade do COVID-19 em Lagoa Dourada

Um estudo divulgado no último dia 14 pelo Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão (NEPE) da Universidade Federal de São João del-Rei, indica uma estabilização no número de casos de COVID-19 em Lagoa Dourada. O município apresentava a tendência de redução desde o dia 19 de setembro.

A taxa de transmissão dos lagoenses tem se mantido em 0.29 desde o dia 23 de setembro, com um indicativo nulo no dia 7 deste mês. O número baixo sugere um risco menor de contágio na população. Contudo, o descuido pode causar um novo surto, elevando novamente o índice.

Dos 18 municípios da microrregião, apenas Santa Cruz de Minas demonstra um aumento no número de ocorrências. Ibituruna, Madre de Deus de Minas, Nazareno, Piedade do Rio Grande, Ritápolis e São Vicente de Minas não desenvolveram novos casos nos quatro últimos estudos. As demais cidades da microrregião apresentam a tendência de redução.

CoronaVac causa reações adversas

O governo de São Paulo declarou ontem (19) que 35% dos voluntários que foram sujeitos a testes da vacina CoronaVac tiveram sintomas leves, segundo o G1. Isso equivale a aproximadamente 3.150 pessoas, que sentiram dores no local da aplicação e de cabeça. Uma parcela menor chegou a relatar fadiga.

Já a China divulgou um estudo que atesta que 94,7% dos voluntários não desenvolveram sintomas. A reportagem ainda destaca que o resultado no Brasil é parte de um estudo parcial, e ainda não há indícios da eficácia do antiviral. O diagnóstico definitivo deve ser emitido no fim do ano.

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