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Início COVID-19 Compra de vacinas chinesas causa controvérsia

Compra de vacinas chinesas causa controvérsia

Governadores de todos os estados participaram de uma reunião virtual ontem (20) com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre a distribuição de vacinas contra o coronavírus. O ministro afirma que haverão antivirais suficientes disponíveis em janeiro de 2021.

No mesmo dia, o Ministério da Saúde anunciou a compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac. Contudo, o presidente Jair Bolsonaro confirmou o cancelamento da aquisição, justificando em suas redes sociais que “o povo brasileiro não será cobaia de ninguém”.

Segundo a Agência Brasil, após a desautorização, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, disse que “não há intenção de compra de vacina chinesa”. Ele ainda afirmou que “qualquer vacina, quando estiver disponível, certificada pela Anvisa, e adquirida pelo Ministério da Saúde, poderá ser oferecida aos brasileiros por meio do Programa Nacional de Imunizações, e no que depender desta pasta, não será obrigatória”.

Agora à tarde, Pazuello confirmou à imprensa que contraiu o COVID-19 e se encontra afastado do trabalho. Ele relatou mal-estar na segunda-feira, e chegou a apresentar febre ontem. Dos 23 ministros do governo, 12 já testaram positivo para o vírus.

O Governo do Estado de Minas Gerais criou em setembro um plano para distribuição das vacinas. As pessoas priorizadas serão profissionais da saúde e da educação.

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